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riscos_e_rabiscos

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* Não gosto nada! *

Chateia-me, não gosto, pronto! Chamem-me esquisitinha, comichosa, e outras coisas do género que eu não me importo! Se uma pessoa manda uma mensagem escrita é porque, por algum motivo, não quer ou não pode falar ao telefone. Além de que falar ao telefone implica tempo e disponibilidade que uma mensagem escrita não precisa. 

 

Ao enviarmos mensagens, podemos prosseguir com o que se está a fazer e, se for necessário enviar mais do que uma, podemos fazê-lo quando for mais conveniente. 

 

Mas parece haver pessoas que não entendem isto. Tenho algumas pessoas amigas que mal a mensagem chega, desatam logo a ligar mesmo que se lhe diga que estamos a fazer qualquer coisa ou estamos doentes e sem paciência para conversa! 

 

Pessoas que fazem isto, pesem que se quem vos manda uma mensagem quisesse estar a falar ao telefone, teria ligado, Verdade? Fica o alerta! 

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* A melhor conversa de autocarro de sempre! *

Apanhei o meu autocarro para ir para o colégio e duas paragens à frente entram dois homens africanos. Iam numa animada conversa de amigos quando o telemóvel de um deles toca. O homem atende e todo o autocarro ouve o homem responder:

 

- Neste momento estou na casa de banho a fazer necessidades não posso falar.

 

E plim, desligou o telemóvel. De seguida, virou-se para o amigo e disse:

 

- Era da TM, são uns chatos!

 

O autocarro todo se riu com o insólito da situação.

 

Et voilá! É assim que em dois tempos se despacham os chatos que nos andam sempre a aborrecer com telefonemas. Ah, e eu estou a ponderar se, da próxima vez que me chatearem, serei capaz de dar uma resposta destas.

 

Vendo o "outro lado da linha", imagino o fartote de rir que não foi e concerteza mais uma situação caricata para contar aos amigos e família. E uma confirmação que muita gente leva o seu telemóvel até para a casa de banho (embora neste caso estivesse no autocarro que é quase a mesma coisa... :)!

Eu uso... e tu?

Deparei-me com esta notícia aqui no sapinho. Realmente fiquei espantada com a notícia, Não pelo facto em si mas por ser o título de uma notícia.

 

Tenho que quer sincera e fazer-vos uma revelação: eu também sou adepta de uma ida ao WC de telemóvel na mão. Sou, pronto! Gosto assim ou da outra variante, ou seja com o tablet. Gosto de ver as novidades facebookianas, ler blogs ou até ler mails.

 

Mas o que eu gosto mesmo, mesmo, mesmo é de jogar Bejewled no meu telemóvel. Não há nada que supere um dsafio de Bejweled naqueles momentos críticos e em que as paredes do WC ainda nos parecem mais desinteressantes.

 

Antes não se ia ler o jornal ou um livro - que eu também sou grande apreciadora - para o WC? Com os avanços dos tempos levamos o smartphone ou o tablet. O objecto é diferente mas o objectivo é o mesmo. 

 

E agora quem tem coragem de admitir que também faz o mesmo? 

 

 

Admito.

Não sou grande fã de falar ao telefone. Deixei de apreciar este "desporto", já não tenho paciência para estar todos os dias horas ao telefone.

Não é que não goste de falar com as pessoas mas prefiro fazê-lo face to face se possível.

Tenho de admitir que gosto mais de mandar mensagens.

Quem diz a verdade não merece castigo, não é?

{#emotions_dlg.sarcastic}

Complot Tecnológico - a saga continua.

Pois é, continuamos na mesma. Pensava eu que as coisas iam voltar a entrar nos eixos, a trabalhar normalmente, a voltar à rotina, quando volto a ser surpreendida por mais um rude golpe. Aliás, dois. Já diz o povo que um mal nunca vem só e a sabedoria popular tem sempre razão.

 

Devem achar estranho, o pouco ou nada que tenho escrito por aqui e o não dar um saltinho aos vossos blogs para vos ler e comentar. A verdade é que o meu computador grande continua cheio de problemas. Às vezes parece que vai funcionar direitinho mas isso é mera ilusão. E é lá que tenho tudo, tanto o que diz respeito ao trabalho como a alguns aspectos de lazer. E sinto-me aborrecida e um bocadinho triste por este motivo. É naquele computador que gosto de estar, de trabalhar.

 

Ontem consegui entrar no computador em "modo de segurança" e fiz um "restauro do sistema" Aparentemente a coisa estava bem. Consegui responder aos comentários do meu blog, preparar algumas fotografias do Desafio Fotográfico que não publiquei burra! e pouco mais. E isto já foi tarde da noite. Hoje quando fui ligá-lo... plufs! Voltou ao mesmo. :(((

 

Como as dores de cabeça com o "Big PC" não chegavam, o meu telemõvel aliou-se ao seu primo tecnológico  nesta contenda infindável e começou também a dar-me problemas!!! O pobre coitado sofre de "bateriazite aguda", ou seja, tem a bateria a dar as últimas e já nem se aguenta vinte e quatro horas carregada. E mesmo desligado continua a gastar bateria, estranho, não?

 

Estou mesmo fartinha disto! :(((

Um mau dia para perdê-lo.

Mais uma semana, mais uma segunda-feira. Agenda para hoje: reunião geral seguida de almoço.

 

Depois de uma noite mal dormida, levantei-me cedo, preparei-me e fui para a reunião devidamente equipada, que é como quem diz com caneta, caderno e... máquina fotográfica... just in case! :)

 

Tratados os assuntos da alma, isto é, da reunião, fomos tratar de assuntos do corpo, ou seja, fomos tratar de rechear o estômago. A não ser dois dissidentes, todos fomos degustar um belo Cozido à Portuguesa (mas faça-se jus à minha mãe, o dela é faraway better a million times!!!).

 

Depois dos assuntos internos tratados, foi sugerido que se fosse a algum lado. A ideia até era boa. Mas onde? Decidiram ir jogar matrecos. Thanks, but no thanks! Não desgosto mas não é a minha onda e tinha coisas muito melhores para fazer. Aproveitei a boleia de uma auxiliar que, por acaso, até mora mais acima de mim e que me poupou uma hora em trajectos de autocarros, e vim para casa.

 

Vinha cheia de calor e começei a "desequipar-me". pronta para relaxar um pouco. Tiro a minha garrafa de água da mala e jogo a mão à bolsinha do telemóvel para o tirar da mala. Hã? Onde está? Vasculhei a mala, virei o forro do avesso, procurei nos bolsos e nada! Ai a minha vida...!!! Liguei para o meu telemóvel, ainda assim não estivesse em silêncio. Nada de tremeliques... Onde estaria o raio do telemóvel?!

 

Refiz todo os meus percursos, revi todas as vezes que mexi na mala e no telemóvel e cheguei à conclusão que roubado não tinha sido. Tinha uma certeza de 99.9%. É que se o tivesse sido, já estaria desligado há muito. Mas onde estaria? Só poderia estar na escola ou no restaurante.

 

Voltei a "equipar-me", peguei na mala e rumei à escola. Antes de chegar à escola, entrei no restaurante. Nada tinha sido aí encontrado. Também achei que não seria, já que a mala tinha ficado entalada entre a minha cadeira e a parede e com os fechos virados para mim.

Dirigi-me à escola. Assim que lá chego vejo a Dona J. sentada no muro. Esquisito. Ela chama-me "ó Ticha...!" e eu vou até junto dela. Explica-me, então, que estava ali sentada porque ia entrar às 3 horas mas que não estava ninguém na escola. A Dona T. tinha saído mais cedo e como a Dona J. tinha chaves mas não sabia desligar o alarme novo, ficou sentada no muro à espera que alguém chegasse. É que ninguém lhe disse que, hoje, não haveria crianças na escola, só a reunião.

 

Resultado: sentei-me no muro com a Dona J. à espera que viessem as outras duas senhoras da limpeza que entravam às 5.30h. Fez sol, fez chuva, sentei-me, levantei-me, andei para trás e para a frente e nisto se passou uma hora. Passava toda a gente por ali menos quem devia. E eu, dos nervos, já só me estavam a passar coisas parvas pela cabeça: quem passasse, havia de pensar que estávamos ali as duas ao "ataque", à espera que surgisse algum príncipe desencantado...lol.

 

Finalmente, chegam as outras duas senhoras da limpeza! Portão aberto, alarme desactivado e voei até à sala da reunião. Bolas! Porta fechada à chave. Corri até ao chaveiro e num estalar de dedos fiquei ao pé da porta já com a chave na mão. Benzi-me, enfiei a chave na porta, abri-a e olhei para o sítio onde tinham estado as minhas coisas e... lá estava o meu belo telefoninho, pobre e abandonado!

 

Peguei nele, fechei tudo e desci as escadas eufórica! Peguei na minha mala, desejei Boa Páscoa a todas e vim para casa. Perdi um dia inteiro com isto mas, no fim, acabou tudo bem. Só é pena a chuva e trovoada que tem estado a cair...

 

 

 

Digam lá que o Cozido à Portuguesa não tinha bom aspecto...! :)))

Mas onde foi parar?!?!

 

Está um dia cinzento e pinguento e eu aqui fechada em casa a ver testes. Mas os testes têm estado a dar-me um sono terrível. Fiz um almoço espectacular (risotto de cogumelos com rolo de carne folhado), que comi alone e já tomei o meu dulce café mas estou na mesma. Desconfio que é o Pimentinha que me está a pegar a soneira (está aqui deitado o sofá ao meu lado).

 

Mas isto tudo porquê? Porque o meu N., um dia destes, quando vinha para Lisboa fez um tri-peão na auto-estrada e ficou com o carro meio avariado. Se o carro não fosse muito seguro e pesado, acho que teria sido algo muito grave. Assim, só foram danos no carros e uma grande cagaço! Graças a Deus! Mas como ia dizer, ele e o meu irmão foram buscar as peças para arranjar o carro. Sairam de casa de manhã cedo e estamos ao fim da tarde e ainda não regressaram.

 

Ao longo do dia fui ligando para saber como estavam as coisas e saber se ainda faltava muito para o regresso. Tinha uma leve esperança de almoçar acompanhada e não pelo Pimentinha.

Enquanto ultimava o almoço, aproveitei para arrumar a roupa lavada e brincar com o Pimentinha em cima da minha cama com o seu ursinho de estimação. Tinha acabado de ligar ao meu irmão para saber novidades e pousei o telemóvel.

 

Fui tomar banho, almoçar, arrumar a cozinha e sentar-me a ver a série da espiã que dá na SIC. De repente, lembro-me do telemóvel. Decidi ir buscá-lo para o sofá, para junto de mim.

 

Procuro na sala. Vejo no meio dos testes, no meio das almofadas do sofá, no cadeirão, em cima da da mesa, no aparador... nada! Vou para a cozinha. Não está na mesa, no fogão, junto das plantas nem dentro do forno ou frigorífico! Mas que raio... próxima etapa: casa de banho. Nada, nem dentro da banheira. Sei lá, podia tê-lo levado para lá distraidamente! :PPPP

 

Fui para o meu quarto. Do meu lado da cama, esgravulhei tudo, levantei a roupa que estava em cima da cama para acabar de arrumar, levantei as almofadas e nada. Pronto, desisto. Pode ser que o N. chegue entretanto. Sentei-me e peguei de novo nos testes mas sempre com o pensamento no telefone.

 

O telefone não podia ter desaparecido. Não veio ninguém cá a casa e eu também não saí. O cão também não consegui pegar no telemóvel porque é pesado e o cão tem uma boquinha pequenina. Tem de estar nalgum lado. Mas onde? Lembrei-me de vir à net e mandar uma sms pelo mytmn para ouvir de onde vinha o som. Mas tenho de agradecer à TMN o não funcionamento das mensagens online pois não me ajudou nem um bocadinho na minha demanda. Obrigadinha, tá?

 

Nova procura pela casa inteira, varandas incluídas. Mais uma vez volto ao meu quarto e, desta vez, vou até ao lado da cama do N., Levanto a almofada, nada. Levanto umas calças de pijama para arrumar e... BINGO! Acheiiii!!! Que nervos! É nestas laturas que tenho um imenso desgosto de ser tão despassarada... arfs! :/

Cena Insólitas!

 

 

Estava eu tão concentrada (e enjoada) a corrigir os meus testes quando recebo uma sms. Obviamente que fui ver de quem era, de quem se teria lembrado de mim. Toquei no visro para a sms se abrir e vejo que não conheço o número. Mas até podia ser um número novo de alguém. Aparece o texto e leio:

"Ne ke tax?"

Fiquei a olhar para aquilo e pensei "bom, alguém se enganou". Passadas mais umas horas, outra sms. Hum... vamos ver quem é. Mais uma do mesmo número. Desta vez dizia:

"Tens money?"

Já irritada com isto, porque suponho que a pessoa deve já ter percebido que as suas sms não chegam ao destinatário correcto porque isto hoje não foi a primeira vez, respondi à sms:

"Não conheço o seu número mas estou sempre a receber sms suas. Deve haver algum engano."

Sabem qual foi a resposta?

"WTF* "

                                                                 {#emotions_dlg.barf}

Acho que pelo menos merecia um "desculpe"...

 

 

* What The Fuck

Fónix, Fónix… e Mais Fónix!

 

 

 

Há dias do camandro! Daqueles que não se devia mesmo sair de casa. Mas nem era por causa do calor. É mesmo por certas e determinadas coisas da vida…

 

Fónix I – O smell a cocoesgoto.

 Já eu não me lembrava de tão imponente (pelo fedor) figura (que por acaso até é fraca), quando a vejo entrar na camioneta às sete e pouco da manhã. Submergi do meu estado de sono-em-banho-maria, juntei as minhas mãozinhas e pedi com fervor e convicção a todos os santinhos e mais algum que deixassem a Miss cocoesgoto a alguns metros de distância de mim, que se sentasse no frontispício da camioneta. Lamentavelmente, o meu pedido não foi atendido. Pior. A Miss cocoesgoto devia ter tantas saudades minhas que se foi prantar mesmo à minha FRENTE!!! Assim como a sua figura leve e fantasmagórica deambulou pela camioneta, também o seu cheiro a coco fora de prazo e já no esgoto, penetrou sem licença pelas nossas narinas a dentro. Estoicamente, aguentei sete (!) paragens sem vomitar…

 

Fónix II – Mafarrica is back!

Tinha eu dito ontem e cito “O ano passado calhou-me na rifa a peste-mor, a mafarrica lá do sítio para animar as hostes. E como se não bastasse fintar as suas pestices nas férias, durante o ano lectivo também tive o privilégio de ser presenteada (…)”. Pois… fui presenteada sim e não fui só nas férias do ano passado. Hoje tive a agradável surpresa da presença da Mafarrica-mor! Não estava prevista ir para a escola “brincar connosco”, caiu de pára-quedas para grande susto nosso! Alguém me sabe dizer que mal fiz eu para ter 4 mafarricos para me darem mais cabelos brancos?!?

 

Fónix III – Telemóvel modelo kizomba.

 Se há coisa que me irrita profundamente é a m€rd@ dos telemóveis roufenhos e estridentes, nas camionetas, a deitar cá para fora uns ruídos qualquer a que chamam música.

Agora pergunto eu: será que essas pessoas sabem o que é um auricular? Alguém me perguntou se me apetecia ouvir aquela música? Já lhes passou pela cabeça dessas pessoas que isso é interferir no livre arbítrio de terceiros? Que os outros têm direito a escolher a música que querem ouvir e quando querem ouvir e não ter de gramar uma m€rd@ qualquer só porque alguém lhe apetece? Fónix! Comprem um auricular… ou dois… just in case!

E depois o que eu acho mais piada é que nunca ouvi sair de nenhum telemóvel outra coisa senão kizombada…! Será que as outras músicas não “saem” pelo telemóvel? Haverá alguma lei ou algum impedimento técnico ou tecnológico que impeça de sair outro tipo de música? Isto a mim intriga-me profundamente e dá-me que pensar.

É que eu, quando quero ouvir música no telemóvel, enfio-lhe os phones e já está. Não impinjo ou imponho a minha música a ninguém. É pena não fazerem o mesmo comigo!

E esta “palheta” toda vem a propósito de uma família “cromática”: uma avó e dois netos que vinham sentados à minha frente. A avó era mais trenga que eu sei lá e o neto mais velho segue as suas pisadas exemplarmente. Então o puto decidiu que ia melgar os ouvidos do pessoal todo com a porcaria da kizombaria que tinha no telemóvel. Como eu já estava enjoada da ruideira, passaei para um banco da frente que ficara livre. E não é que o puto veio atrás de mim e meteu aquela m€rd@ mesmo ao pé do meu ouvido e ainda me puxou os cabelos?! Disfarçadamente e de propósito, joguei a minha cabeça pra trás acompanhada das minhas longas gadelhufas e dei uma cabeçada na pala do boné do puto e na porcaria do tele. Era o que mais faltava ir com o puto dependurado nas costas do meu banco! Não pago uma pipa de massa de passe para me darem música. Pelo menos desta! LOL!

 

Só gostava de saber quem me rogou tamanha praga áudio-sinusal-neural…!

Sonho ou Pesadelo?

 

 

 

 

 

Já vos contei que o meu irmão é um rapaz que fala muito enquanto está a dormir. É gajo para contar anedotas, dizer adivinhas, andar aos beijos com as suas “paixões” e até proferir alguns palavrões que ferem os ouvidos. Ah, e fora as discussões com interlocutores incógnitos!

 

Esta noite passou-se uma situação caricata. Adivinhem lá quem foram as personagens famosas da história?! Pois…

 

***

 

O meu irmão chegou tardíssimo a casa e, depois de levar o pobre Bóbi aflitinho para verter águas à rua, entrou em casa e refugiou-se na cozinha ao telefone. Eu perdi a conta ao tempo de conversa. É sempre a mesma coisa!

 

Estava eu num sono de beleza, repousante e regenerador, quando a minha mãe vai “espreitar” o meu irmão à cama. No momento em que espreita no quarto ele deve ter murmurado alguma coisa pois eu só oiço:

 

- S. desliga imediatamente essa porcaria porque já não são horas de estar ao telefone! São 4 da manhã!

 

Estranhei esta conversa, até porque tinha visto o meu irmão colocar o telefone a carregar. E mais… eu nem sequer o tinha ouvido falar!

 

A minha mãe deitou-se e vociferou do meio dos lençóis:

 

- Não te aviso mais vez nenhuma. Vou aí, arranco-te o telefone e mando-to para o lixo!

 

Eh lá, que ela está brava, pensei eu. Se calhar quando devia actuar, não actua. Mas também reconheço que é mais fácil fazer cumprir as nossas “ordens” quando o “ordenado” está a dormir.

 

Só a oiço levantar-se furibunda. Foi directa ao meu irmão verificar se ele tinha largado o telemóvel. Vasculhou a cama dele à procura do dito cujo e depois chegou à brilhante constatação de que o S. estava a dormir profundamente.

 

Opa, que ela ande a cascar merecidamente na cabeça do meu irmão, tudo bem mas que não me deixe dormir a mim é que está muito mal!!!